26 de setembro de 2016

Quatro meses pelo meio

A primeira fotografia foi tirada no dia 1 de maio, Dia da Mãe, num almoço na praia da Adraga. A segunda foi tirada no dia 23 de setembro, nos anos da minha mãe, na primeira aproximação das bebés à Adraga (atenção, o tamanho da minha barriga é o vento a enfunar a camisola...). Tanta coisa se passou pelo meio.



23 de setembro de 2016

De três vezes Mãe a duas vezes Avó

De Mãe de três, aos 61 anos a minha Mãe passou a ser também a Avó de duas. Hoje, no dia dos seus 62 anos, penso (e espero) que se realiza de novo, graças às duas alminhas de que tanto aqui tenho falado.

Parabéns, Mamã.


21 de setembro de 2016

A minha primeira troca


Pela primeira vez, em três meses, troquei as minhas filhas, eu que me gabava de não precisar das fitinhas coloridas nos punhos para nada.

Pelas 16h, peguei na Luísa para lhe dar o biberão. Bebeu rapidamente, como é hábito, arrotou relativamente depressa (o que já não é tão comum) e fui com ela até à cozinha para ir buscar o biberão da Maria. Quando regresso à sala e vou deitar a Luísa na espreguiçadeira, olho para a espreguiçadeira ao lado e vejo... a Luísa! O que significa que durante aquele quarto de hora estive a tratar da Maria pensando que era a Luísa. E como ainda por cima a pestinha comeu mais rápido do que o habitual (como come a Luísa), nem isso me pareceu estranho.

Shame on me.

19 de setembro de 2016

E as noites

Com as bebés com 3 meses, estou já há mais de um mês dias a "fazer as noites", isto é, sem a ajuda que tinha e que me permitia não me preocupar com elas nesse período. As primeiras noites não foram fáceis, tenho o sono muito leve e qualquer barulhinho, ainda que fosse só delas a espreguiçarem-se, deixava-me em sobressalto.

Com o tempo, e uma vez que elas nem dormem no meu quarto, o meu organismo registou que acordar para dar biberão é apenas quando elas choram. E funciona. Com o bónus de que elas são uns bebés excecionais, adormecendo pelas 23h e dormindo no mínimo até às 5h, sendo que cada vez mais só voltam a acordar às 7h, tendo de ser acordadas pois ainda dormem. Nessa altura, comem rápido e voltam a adormecer até às 10h, quando tenho de as acordar para entrarem no ritmo do dia.

Estou cada vez mais convencida de que estas duas meninas juntas são bebés mais fáceis do que muitos bebés únicos.

Nota: Não posso deixar de agradecer à minha mãe, que ficou em minha casa na primeira noite para eu não me preocupar e que uma vez por semana fica com elas em casa dela, para eu poder descansar. É bom para todos.

16 de setembro de 2016

Chamo-lhe a hora do lobo

Começa pelas 18h e picos, 19h, e termina pelas 22h, e é dominada pelo choro intermitente das bebés, aquele choro que a certa altura já não suportamos. É um choro de luta contra o sono, mas que piora se as pusermos na cama nesse período. Diz a pediatra que é muito comum entre os bebés, com a agravante de ser o período do dia em que os pais estão cansados e mais precisam de descanso. Nisto as minhas não são diferentes dos outros. Custa um bom bocado.

Depois da luta contra o sono.

13 de setembro de 2016

A minha mãe e as minhas filhas



No início da casa dos 60 anos, e com os filhos já criados e avançados, os meus pais perdiam a esperança de um dia serem avós, por isso a chegada da Maria e da Luísa foi vista quase como um milagre e um novo objetivo para viver.

A minha mãe rejuvenesceu a olhos vistos. Vibrou com a minha gravidez, apoiou-me muito e em casa dela preparou tudo para as netas lá ficarem sempre que necessário. Há cerca de três semanas foi preciso, e a partir daí definimos que não seria apenas por necessidade e que a Maria e a Luísa lá ficariam pelo menos uma vez por semana. Seria bom para mim, para descansar e fazer outras coisas, para a minha mãe, que as ama incondicionalmente, e para elas, que criam mais laços.

Aqui, agradeço-lhe toda a atenção e carinho que dá às minhas filhas. Todos os produtos que comprou para eu não ter de me preocupar em andar com as coisas atrás. As roupas que comprou quase ainda antes de elas serem gente. O quarto que decorou com tanto amor, com colchas e cortinados feitos por ela. A maneira como lida com elas.

Obrigada, Mamã, pelo amor que lhes dás a elas e por todos os bons conselhos e ajuda que me tens dado a mim.